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BRASÍLIA NO CAMINHO CERTO
Propostas/Publicações


Esforça-te

UM AO OUTRO AJUDOU; AO SEU COMPANHEIRO DISSE: ESFORÇA-TE

Eliel Mendes (*)

Marcadamente, o Brasil é um país de contradições e conflitos. A primeira contradição logo se mostra na distribuição injusta de seus mais de oito milhões de quilômetros quadrados do seu território. Noventa por cento de nossas riquezas estão sob o controle de poucos, o que faz com que a grande maioria da população (cerca de noventa por cento) viva de miséria em miséria. Isso é o primeiro passo para o conflito. Outros passos são logo dados, e mais outros e tantos outros... enfim, dá-se o último passo rumo ao desespero, ao desequilíbrio, à fuga, à morte... Será que ninguém percebe isso? Se se percebe, porque tanta insensibilidade?

As pessoas perdem o temor a Deus e, por isso, não conseguem por freios em seus limites. Vemos, portanto, pessoas que não sabem respeitar os limites dos outros.

É preciso reverter esse quadro, mas nem todas as pessoas querem contribuir para que haja uma mudança. O direito do outro não interessa a muitos, por isso os aposentados são tão injustiçados; os idosos, tão esquecidos; as crianças, tão abandonadas e os pobres, tão explorados.

Nem tudo, porém, está completamente perdido. É hora da mudança. A política é um dos caminhos. Observando as práticas políticas de hoje, vemos promessas de todos os tipos, mesmo sem nenhum sentido. Algumas dessas promessas se apresentam como solução para o País ou para a cidade. Todavia, sempre não passam de inúmeras... promessas.

Nós, enquanto pessoas que se entregam à vida pública para defender a pessoa humana dos ataques daqueles que só sabem aproveitar das situações fragilizadas dos excluídos, temos que saber que devemos pensar antes em defender o direito dos outros, embora o nosso próprio corra risco. Isso é difícil. Colocar-se em benefício do outro e não no seu próprio é um grande desafio. E a voz que clama aos quatro cantos desse País é uma só: antes dos políticos pensarem em si mesmos, por que não pensar naqueles que dependem deles? Essa deve ser a nossa preocupação: garantia de uma vida com igualdade de condições e de oportunidades para todos.

Brasília não pode mais ver seus problemas crescendo, descontrolada e irresponsavelmente, até porque tem, entre seus ilustres moradores, pessoas de bem, de compromissos, preparadas e com o mais profundo sentimento de ajuda. Não dá para entender, por exemplo, porque uma pessoa que dedicou uma vida inteira na construção de2 uma nação, com trabalho, suor, e tempo - como aqueles a quem chamamos de “aposentados” - precisa terminar os seus dias no ostracismo, no esquecimento e até na miséria. Os movimentos de valorização da vida precisam atentar para a garantia de direitos do cidadão e não deixar que haja uma perda na qualidade de vida, especialmente daqueles que se deixaram gastar na construção de uma nação promissora e soberana.

O Brasil está caminhando para as mãos de grupos de interesse, mas nós, brasileiros, não compactuamos com as ações de determinados segmentos sociais. Felizmente ainda podemos encontrar pessoas íntegras, de espírito compassivo, com propostas de assistência ao necessitado. O governo - não somente o federal, mas também o local - precisa legitimar as organizações de ampara à vida e subsidiar programas de alcance aos carentes, injustiçados e desiguais.

Assim, poderemos levar justiça e cidadania para aqueles que só conhecem o descaso de governantes insensatos que vêem apenas o seu status quo, com o sorriso gargalho da desgraça dos outros.

O Brasil tem jeito. Nós somos o jeito do Brasil. Com Brasília não é diferente.

(*) Eliel Mendes é suplemente de Deputado Distrital



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