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BRASÍLIA NO CAMINHO CERTO
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A Bíblia Sagrada – O Livro de Deus e a Ciência

A Bíblia é arte e ciência. A arte é uma expressão concreta do espírito. O espírito é vida; é ele quem cria. Por isso, Miguel Ângelo, ao terminar sua famosa escultura Moisés, deu-lhe um golpe e gritou: “Fala!” Os traços vitais dessa obra são tão claros, que ela só falta falar. Ela contém a vida de seu autor. O mesmo pode ser dito a respeito de outra escultura de Miguel Ângelo, o David. Em uma simples olhada, podemos notar não só a fé do pastorzinho da Bíblia, mas também a férrea decisão com que o artista realizou sua vocação e enfrentou sua vida atormentada. A vida do famoso artista italiano está ali, na atitude confiante e desafiante da estátua. A obra fala. E fala porque resume o espírito do artista.

É por esse mesmo motivo que algumas peças musicais têm a capacidade de colocar o público de pé, em atitude de respeito. Essa reação pode ser notada nas pessoas quando ouvem Aleluia, de Haendel, Glória, de Vivaldi, e o último movimento da Nona Sinfonia, de Beethoven. Essas músicas atingem o espírito porque são produtos do espírito. Foram criadas por espíritos altamente sensíveis e captam a mensagem de um mundo espiritual desconhecido para a maioria de nós. São concepções do espírito humano. E o espírito humano é um dom de Deus.

A ciência é igualmente um dom que Deus deu ao homem. Muitos cientistas se inspiraram na Bíblia para realizar suas descobertas: foram homens educados à luz dos grandes princípios bíblicos.

Thomas Edson era cristão e conhecia a Bíblia. Quem não ouviu falar de inumeráveis inventos? E por que duvidar que ele tenha buscado inspiração nas Escrituras Sagradas para realizá-los? Isaac Newton, o descobridor da lei da gravidade, foi um grande estudioso da Bíblia. O inigualado físico e matemático Albert Einstein foi também um homem temente a Deus e conhecedor da Palavra. Foi a Bíblia que Von Braun, o famoso alemão inventor dos foguetes espaciais, extraiu a grande determinação que o fez empreender coisas gigantescas e coordenar o trabalho de centenas de cientistas. Muito tempo depois de ter realizado sua invenção, uma passagem do livro de Gênesis foi gravada e colocada a bordo de uma nave espacial. Viajando a milhões de quilômetros da Terra, aquela nave levava a mensagem bíblica a outras partes do Universo.

A ciência se aproxima da Bíblia e envolve-se com ela. A época dos manuscritos é coisa do passado. Agora, admiráveis máquinas produzidas pela ciência são usadas no processo de produção da Bíblia, que entrou na era da computação. Usar a Bíblia também é uma ciência. Um bom estudo bíblico é, ou deve ser, um estudo científico. E o melhor método para o estudo da Bíblia é o indutivo, técnica fundamentada na ciência.

A Bíblia é objeto gerador de arte e ciência. A Bíblia é o livro de Deus e o homem é a criação de Deus. A arte e a ciência e tudo que pudermos descobrir e usar, tudo é de Deus. Assim, como são de Deus, todas essas coisas podem ser harmonizadas.

Deixemos de ver o mundo de forma fragmentada e em oposição! A Bíblia e a ciência não são inimigas, nunca foram. Religiosos que ignoram a ciência e cientistas que ignoram a religião têm criado inimizade entre o espírito e a matéria, entre a escola e o templo, entre o mestre e o ministro. Por isso, muitos estudantes são levados a não acreditar em nada e a colocar a escola e a igreja em conflito. É também por essa razão que a ciência e a fé têm vivido em discórdia por tantos séculos, ou até mesmo se ignorado mutuamente.

É tempo de olhar a ciência e a fé como irmãs, como dons de um mesmo pai. Ambas vieram de Deus. Podemos ver Deus pela fé, nas páginas amareladas de um velho livro, a Bíblia. Mas também podemos enxergá-Lo através de um gigantesco telescópio que, em viagens vertiginosas, nos mostra qual a parte que nos cabe nos inumeráveis universos do Criador. Aqui e ali, por toda a parte, está o Deus Criador, Senhor da arte e da ciência, autor da fé. Em todas as partes, Ele ali está, para o homem de boa fé.

Mas não somente isso. A Bíblia tem sua transcendência e sua perpetuidade na história da humanidade. Por ser o maior best-seller de todos os tempos, ela tem feito parte da história de homens e mulheres que transformaram sociedades, influenciaram gerações e conquistaram espaços inimagináveis na formação do caráter e do conceito do “ser” enquanto agente ativo no universo.

As palavras ditas à respeito da Bíblia são as mais variáveis possíveis. O Cardeal Arcoverde foi enfático: “Que regra mais pura e santa, que caminho mais seguro para o homem público, para o político, do que a verdade vinda do céu, pregada e ensinada pela boca de um Deus e registrada no livro do Evangelho? Leia-se, pois, medite-se o livro santo do Evangelho”. Ainda o Padre Alves Mendes, de Portugal, assim se expressou: “Suprima-se a Bíblia e logo ficará suprimida a sonora, a elegante, a preciosa literatura portuguesa, ou despojada, pelo menos, dos seus mais esplêndidos esmaltes, e das suas maiores e mais pomposas magnificências... Livro incomparável este, que há trinta e três séculos o gênero humano começou a ler, e lendo-o todos os dias e noites e horas, não tem podido ainda concluir a sua leitura.

Se fôssemos citar as personalidades que se expressaram a respeito do Santo Livro, a Bíblia, faltaria espaço para tantas palavras. Todavia, faz-se necessário fazer referência a algumas dessas personalidades. Se não, vejamos:

“Impressiona-nos, na contemplação do mundo atual, a exatidão das Sagradas Escrituras. Nestes nossos tempos, com precisão admirável, cumprem-se previsões do velho e bendito livro. Páginas proféticas assumem o sabor de crônicas contemporânea, em que fatos e feitos, na história e através dos homens, proclamam a veracidade da eterna palavra, que não falhou nem falhará. Por isso é tempo de voltar à palavra de Deus. E é isso que a humanidade está fazendo, depois de tantas fugas. Depois de procurar tantos caminhos, onde a frustração lhes foi fatal, os homens retornam ao caminho, ao único e verdadeiro caminho. E, nesse caminho, em sentido de libertação e esperança, brilha a palavra, que é luz e lâmpada de Deus” (Ivan E. Ávila, da Academia Evangélica de Letras do Brasil).

“Depois de ter pregado o Evangelho por quarenta anos, e ter impresso os sermões que preguei semanalmente durante trinta e seis anos, tendo estes alcançado o número de 22 mil, creio que devo ter direito a dizer algo sobre a riqueza e plenitude da Bíblia como o livro do pregador. Irmãos, ela é inesgotável. Não haverá perigo de ficarmos secos se nos apegarmos ao texto deste volume sagrado. Não haverá dificuldades em arranjar assuntos totalmente distintos dos já usados; a variedade é tão infinita como a sua plenitude. Uma longa vida mal dá para ladear as margens deste continente de luz. Nos quarenta anos do meu ministério tenho podido apenas tocar a orla das vestes da verdade divina; mas que a virtude já fluiu dela! A palavra é como o seu Autor – infinita, imensurável, eterna. Se fosses ordenado ao ministério por toda a eternidade, teria na mão tema suficiente para as exigências eternas” (Charles Spurgeon)

“Apegai-vos solidariamente à Bíblia, como âncora das vossas liberdades; gravai os seus preceitos nos vossos corações e ponde-os em prática nas vossas vidas. A esse livro devemos os progressos que temos feito em nossa civilização, e para ele devemos olhar como o guia da nossa vida futura” (General Ulysses Grant, Presidente dos Estados Unidos).

Outro Presidente americano, Theodoro Roosevelt, expediu da Casa Branca a seguinte mensagem durante a Segunda Guerra Mundial: “Como comandante-chefe, tenho o prazer de recomendar a leitura da Bíblia a todos os que servem nas forças armadas dos Estados Unidos. Através dos séculos, homens de muitos credos e de origens diversas têm encontrado no Livro Sagrado palavras de sabedoria, conselho e inspiração. É uma fonte de fortaleza, e agora como sempre, um auxílio poderoso na conquista das mais altas aspirações da alma humana”.

Tobias Barreto, pensador e escritor brasileiro, escreveu: “A Bíblia é um modelo de tudo quanto é belo e bom e, se outras razões não determinassem a sua leitura, bastaria o gosto, o simples instinto literário, para levar-nos a folhear suas páginas eternas”.

Outro escritor, o espanhol Emílio Castelar, disse: “Não compreendo que se tenham posto milhares de obstáculos à propagação da Bíblia, pois ela é a revelação mais pura que de Deus existe na sociedade, na natureza, na história”. “Espero e confio em que os meus súditos nunca deixarão de cultivar a sua nobre herança na Bíblia inglesa, a qual, num aspecto secular, é o primeiro dos tesouros, enquanto que na sua significação espiritual é o objeto mais valioso que o mundo nos outorga” (Jorge V, rei da Inglaterra).

O escritor ateu, H. L. Mencken assim se exprime sobre o valor real da Bíblia: “É a Bíblia, inquestionavelmente, o mais lindo livro do mundo. Não há literatura, quer antiga quer moderna, que se lhe compare”.

“As Escrituras Sagradas constituem o livro mais notável jamais visto no mundo. São de alta antiguidade. Contêm o registro de acontecimentos do mais profundo interesse. A história de sua influência é a história da civilização. Os melhores homens e os maiores sábios têm testemunhado de seu poder como instrumento de iluminação e santidade, e, visto que foram preparadas por homens que “falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo”, a fim de revelar o “único Deus verdadeiro e Jesus Cristo a quem ele enviou”, elas possuem por isso os mais fortes direitos a nossa consideração atenciosa e reverente” (Angus-Creen).

O eterno presidente da Academia Brasileira de Letras, o memorável escritor Austregésilo de Athayde, falando da Bíblia, expressou: “ Manancial de consolo e conselho, refúgio para as horas de tormenta e atribulação, guia de exemplos e ensinamentos, mestre silencioso e permanente em disponibilidade, a Bíblia é o mais secreto confidente das penas e aflições, e ninguém sai de suas páginas sem receber apaziguadora resposta para as dúvidas, e bálsamo e estímulo nas ocasiões de angústia e desespero”. Ainda, políticos e estadistas falaram da Bíblia. “Eu amo a Bíblia, leio-a todos os dias e quanto mais a leio mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia, eu não os entendo, não compreendo tais pessoas. Amo a sua simplicidade e suas repetições e reiterações da verdade. Leio-a cotidianamente e gosto dela cada vez mais” (D.Pedro II, Imperador do Brasil).

Abraão Lincoln, ex-presidente dos Estados Unidos, disse: “Creio que a Bíblia é o melhor presente que Deus já deu ao homem. Todo o bem da parte do Salvador do mundo nos é transmitido mediante este livro”.

Domingos F. Sarmiento, ex-presidente da Argentina: “A leitura da Bíblia lançou os fundamentos da educação popular que mudou a face das nações que a possuem”.

Winston Churchill, estadista: “Ninguém pode ser considerado bem preparado, se não tem conhecimento profundo da Bíblia Sagrada, o Livro mais importante da história da humanidade”.

Outras tantas personalidades do mundo antigo e contemporâneo deram suas versões a respeito do livro mais conhecido da história da humanidade. Embora não fazendo citações dos seus ditos, fazemos referência à sua pessoa: Napoleão Bonaparte (ex-Imperador da França), William E. Gladstone (estadista), George Washington (1° presidente dos Estados Unidos), Flamínio Fávero (cientista), Victor Hugo (escritor), Thomas Carlyle (historiógrafo), Feodor Dostoiewsky (romancista), Emanuel Kant (filósofo), Johann Von Goethe (poeta), Gabriela Mistral (poetisa), Horace Greeley (publicista), Erasmo Braga (teólogo), D.L.Moody (notável evangelista), George Muller (filantropo), etc,etc,etc.

Pela importância que a Bíblia tem no meio da sociedade, há de se convir que esse livro merece ser destacado como um pêndulo necessário para o funcionamento do relógio do tempo e do espaço. Não obstante os “incrédulos” desse Sagrado Manual de Condutas, a Bíblia tem resistido, e há de resistir, as intempéries levantadas ao longo dos séculos, mostrando que esse livro é realmente “o livro de Deus”.

Não existe povo ou nação que possa se civilizar sem a observância aos preceitos éticos, morais e espirituais desse Manual Divino, pois negar a sua orientação é negar a existência da sociedade que a compõe e cultivar os princípios elementares de civilização.

Pode ser que povos e nações existam sem o conhecimento prático desse Livro de Deus, contudo, a sua sorte está legada a meramente uma existência embasada em preceitos próprios, sem nenhum fundamento que a possa caracterizar como cumpridora dos reais valores, aos quais devem nortear uma sociedade, isto é, a base de tudo o que podemos chamar de humano.

Agora, quando há observâncias reais aos preceitos revelados na Bíblia, podemos concluir que uma sociedade é “bem-aventurada” e poderá servir de exemplo para outras tantas que assim desejar, isso porque, somente se adquire profundo conhecimento de valores individuais e coletivos, e os respeita como os são, quem de verdade atenta para essas peculiaridades fundamentais.

Mas, há muito mais a se dizer a respeito desse livro que é a “revelação perfeita de Deus para a humanidade”. O seu valor espiritual é mais elevado do que as alturas intransponíveis pela imaginação humana. Quando se eleva o espírito a um conhecimento mais profundo da existência de Deus, aí se descobre o quanto é real a Pessoa de Deus e como o seu querer pode ser compartilhado com os “homens de boa vontade”.

Por isso é o livro que deve está coroado como o mais sublime da humanidade. E esse reconhecimento se deve pela sua excelência e sua realeza.

Ao concluir essas observações, permitam-me fazer mais uma citação que considero fundamental para esse momento. É o que diz Thomas Henry Huxley, famoso cientista inglês: “A Bíblia tem sido a Carta Magna dos pobres e dos oprimidos: até aos tempos modernos nenhum país tem tido uma constituição em que os interesses dos povos sejam tão largamente considerados”.

Eliel Mendes

Radialista e Presbítero da AD em Sobradinho-DF



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